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domingo, 20 de dezembro de 2009

Bloco do “Eu sem Cão”



Uma pesquisa realizada na Nova Zelândia, exibida no Fantástico deste domingo (20), diz que os nossos cachorrinhos, aquelas fofuras que nos fazem companhia, promovem a disseminação do gás carbônico no meio ambiente. Isso mesmo, o CO² que atinge a camada de ozônio e que pode acabar com a vida no Planeta. Esse mesmo!

Bom, o estudo foi baseado não só na existência do amigo do homem, mas também na produção da ração que ele come e todo o processo realizado na sua fabricação. A pesquisa compara a existência de um cão com a rodagem de um carro nas cidades. Não preciso dizer que o tadinho do bicho saiu perdendo, né? Curioso, não? Como pode um bichinho tão lindo, fofo, amigo do homem, leal, ser comparado a um carro e ainda fazer mais mal do que ele? Inacreditável!

Tudo bem, então você deve agora ir atrás dos bichos menores, do tipo: gato, pássaros, peixinhos, não é? NÃÃÃÃÃÃO! Os dados comprovam que estes animais também prejudicam o meio ambiente. Agora lascou tudo!

Em São Paulo, se ouvia muito falar em andar menos de carro, optar pelo metrô, bicicleta, pra aliviar o trânsito e diminuir a poluição do ar. Agora, vão ter que fazer campanha do tipo: “Matem o cão! Digam não ao CO².” Já Pensaram? Affffffff. Fiquei muitíssimo preocupada com isso.

Hoje em dia não é novidade que as relações humanas estão muito mais difíceis que há alguns anos. Com isso, as pessoas passaram a morar sozinhas, em apartamentos pequenos e, para tirar o ar de solidão, optaram por ter cães, gatos, bichinhos que se adaptem ao ambiente. Contudo, acredito que é chegada a hora do mundo acabar mesmo. Se ninguém aguenta marido/esposa; mas também não quer viver inteiramente ‘só’; como é que a coisa funciona agora? Tem que abolir os cachorros, os gatos, peixes, pássaros...Ai, meu Deus! Ô mundão difícil de se viver, hein?!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

As crianças vão salvar o Planeta



A palavra de ordem de hoje é: clima. Pois é, países ricos e em desenvolvimento reúnem-se na Dinamarca para discutir, em Copenhague, a Conferência do Clima. Tudo bem que são muitas as manifestações sobre falta de organização. Ativistas reclamam da dificuldade no acesso (Mas, também, quando o ativista se coloca nessa posição, começa a ver necessidade de reclamar de tudo. Senão não está lutando), jornalistas e as benditas credenciais que passaram a valer ouro, tudo isso. Mas o importante já estava acontecendo.

O objetivo é chegar a um consenso sobre as medidas que devem ser tomadas para salvar o nosso planeta. A tentativa de diminuir gases poluentes na luta para preservar a vida na Terra. Até aí, tudo certo. Rezo muito para que os acordos deem certo e que a Conferência traga à sociedade um conforto em relação ao nosso futuro.

Aí lembrei o comentário que uma criança de quatro anos fez ao avô que, estupidamente, soltou um papel de bombom pela janela do carro. O menino disse: - Vovô, o senhor está poluindo o meio ambiente. Isso é muito feio! O avô, envergonhado, pediu desculpas e, desde então, carrega um saquinho dentro do carro pra depositar seu lixo em casa.

Acho, então, que a conscientização está acontecendo de maneira inversa, porém, muito interessante. São as crianças de hoje, que estudam o clima nas escolas, que escutam professores debatendo sobre a importância da educação em não sujar ruas, calçadas, evitar o desperdício de água – que poderá acabar - são elas que mostram aos pais, avôs, vizinhos, o que devemos fazer para ajudar a preservar a vida do planeta.

Envergonhada, passei a aderir às ideias dessas crianças e a desejar que nós – adultos – passemos a olhar o nosso planeta com seus olhos. A simplicidade e pureza com que uma criança entende o “fazer o bem ao planeta”, é mais que inspirador a adultos tão viciados em sujeira, desperdício, exagero, pouca preocupação, enfim, adultos como eu (que já comecei a me educar e fazer a coisa mais certa). Não sei se como você também, mas, acho que podemos ganhar mais se seguirmos as crianças.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Você tem Medo do seu Espelho?



Num momento onde o mundo se preocupa com o belo dos rostos, dos corpos, coxas, bundas, onde as academias estão faturando alto devido à grande procura de pessoas almejando a perfeição, penso nos espelhos. Mas não os espelhos dos banheiros, e sim os das nossas almas – e não estou falando dos olhos.
É, como se preocupar tanto com a beleza, quando nosso interior anda tão defasado de coisas bonitas? Não entendo como as pessoas têm uma facilidade tão grande em aprender tudo que não é bonito. São traições, trapaças, fofocas, intrigas...


E onde está o bom do ser humano? Aquilo que realmente é belo? Não sei, não, mas acho que o espaço que dividimos com a procura pela melhoria de nossa estética tomou o lugar da nossa integridade. Conheço estórias de pessoas que superaram o lado animal – que todos temos, e abriram espaço para a desumanidade.
Outro dia, relatos de uma pessoa massacrada pela vida, destino e marido, me fizeram constatar que, mais uma vez, estou com medo dos meus semelhantes. Como pode alguém que viveu tantos anos dividindo a mesma cama, a rotina do dia-a-dia, a criação dos filhos, viver agora em função da destruição da outra pessoa? Não entendo!
Mas é assim! Foi aqui que chegamos. O mundo hoje comporta pessoas com baixo astral e falta de caráter. É dessa forma que enxergo muitas pessoas.
Falando por mim, não consigo acordar de manhã, ou dormir à noite pensando mal de ninguém. Minha vida não é um mar de rosas, mas mesmo assim, acho-a linda. Portanto, não há mágoas ou até mesmo marcas, que me façam desejar a infelicidade de um alguém. Não consigo conceber a idéia de fazer mal a qualquer pessoa. Tudo bem que, provavelmente, em algum momento da minha vida, tenha magoado alguém. Mas nunca o fiz intencionalmente. Porque acredito que não há no mundo nada pior que a consciência pesada de alguém sem alma que se deixa levar pelo rancor e ódio.
Pra quem me deseja ou desejou o mal, ou pra quem o faz sem o mínimo de vergonha, sinto dizer que nada nessa vida passa em branco. Todo o mal que se faz, volta pra si e, com certeza, em dobro. Não que esteja desejando, nem querendo ser religiosa, mas constatando que é assim que o mundo da beleza vive. Portanto, não te desejo nenhuma ruga, nunca celulites, tampouco, cabelos brancos.

Dias Perdidos



Tem uma frase que diz: “Um dia sem sorrisos, é um dia perdido.” Concordo plenamente. Não sei o que acontece, mas não sei ficar sem sorrir. É inerente à minha existência. Sorrir, falar alto, gesticular, acelerar, tudo isso faz parte das minhas características. Mas, não sei o que acontece com as pessoas deste mundo em que vivo. Elas vivem de mau humor. Parecem que querem engolir o leão da vida e não podem mais esperar por isso. Nossa! Não sei o que é.
Há pessoas que conseguem perder um dia de tranqüilidade só para brigar com alguém por uma bobagem, ou mesmo pra provar que é superior em qualquer merda que seja. Sei não. Hoje vi uma cena deplorável de uma senhora que se irritou ao enfrentar uma fila que eu e todas as pessoas que lá estavam, enfrentaram. Como ela não podia brigar com ninguém, brigou com o segurança do lugar. Minha nossa! Eita falta do que fazer. Pois, sim. Não satisfeita em chamar a atenção do moço, quis deixar clara a obrigação do mesmo em defendê-la e, sendo o caso, até morrer pra salvar sua vida. Pode? Não. Não pode!
Minha indignação é tão grande ao ver essas atitudes que, quando morrer, quero ir prum céu que não tenha gente. É. É melhor um céu só com animais. Ah, pode ter crianças também. Nem todas, mas pode. Porque tenho certeza que quando morrer, vou descansar. E descansar perto dos humanos, é o mesmo que viver nesse inferno aqui de baixo.
Se existe mesmo o céu e o inferno. Acho que estamos muito perto desse segundo. As pessoas perderam a noção dos valores morais e sociais para com o próximo. O que está acontecendo com o mundo? Bom...não adianta perguntar. Vamos deixar o mundo mostrar sua cara e, se tiver que acabar que seja logo. Porque esse aqui já deu o que tinha de dar.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

É o caminho


E ainda olho para trás, a fim de fazer uma retrospectiva do quanto percorri até aqui. Quando me dou conta de que, a cada passo, novas pessoas chegaram, foram ficando, outras, só passando. Mas, a maioria ficou. Para continuar comigo essa jornada que chamo de vida; que me faz tão feliz, me engrandece o sorriso, trabalha minha paciência, fortalece meus passos e conforta meu coração. Sempre! É assim que dou segmento a tudo que chamo de estória.
Construir o livro da minha vida me traz alguns tropeços, muitos levantes, alguns calos, muitos remédios e, além de tudo isso, muita experiência. A sabedoria que, só quando se vive, entende-se porque chamamos alguns “mais velhos” de sábios. Hoje, busco incessantemente pela sabedoria do que é bem viver. Ao lado de pessoas que colocam, cada uma, um tijolo na construção desse novo ser que me torno todos os dias. Cada relato é um filme que insiro em minhas películas. E tudo tem dado tão certo, ainda com todas as dificuldades, que me pergunto onde estaria então a infelicidade do viver. Com certeza, não está comigo.
Problemas são, para mim, um aprendizado para o amanhã. O caminho entre o início e o fim de tudo é tão longo que jamais poderia ser perdido. Nada tem de feio esse caminho. O fim, não me interessa em nada. O começo aconteceu faz tempo. Reservo dele só as coisas boas. Pessoas são, de todo, mais interessantes do que penso. Cada uma deixa em mim uma partícula de qualquer coisa que posso só classificar como personalidade. Impossível não me deixar levar por isso tudo.
Algo de muito curioso tem acontecido comigo nesses últimos dias, semanas, talvez até alguns meses: Ando tendo uma necessidade grande de ser boa. A cada dia, sinto mais vontade de dar ‘Bom dia’, de sorrir para as pessoas em volta, até mesmo de chorar de alegria. Engraçado demais. Tenho me notado ainda mais determinada, incisiva quando surge a necessidade, mas nunca grosseira, bruta, essas coisas que quando perdemos a cabeça, começamos a fazer. Nada disso tem passado mais pela minha cabeça.
Um tanto perigoso, percebo. Afinal, me dá uma vontade de mudar o mundo e pegar as mãos de todas as pessoas pra ver se consigo que nos tornemos um só. Impossível! Mas que dá vontade, dá. Porém, nada que entristeça com o mundo ao ponto de não querê-lo bem. Coisas pequenas tem me excitado muito. Como, por exemplo, uma música que ouvia na infância, de um cantor famoso. Escutei por acaso outro dia e, bastou a recordação, para sentir com ela uma leveza digna de infância, de amor verdadeiro, de paz interior. Quero-a, hoje, como a trilha sonora de meu momento mais sublime. De espírito livre de pecados e recheado por pessoas e sentimentos que só me fazem bem.

Essa é a minha maternidade


Dentro dos pequenos exemplos que tenho hoje do sentido da vida, há um de maior valor que em nada me recorda a infância, adolescência ou algo assim, mas me traz diretamente para a realidade do hoje. A maternidade me faz a mais sublime de todos os meus ‘eus’. É aí que sinto parte mais que integrante de um mundo cheio de coisas feias, às quais prefiro manter distância e, de repente, até fechar os olhos. Nada tem o poder de me tirar a plenitude dessa vivência do meu ser. A mais linda de todas as experiências de minha vida. Ela mesma, a professora do meu doutorado em vida. A mãe que me descobri, me fez crescer, ser, estar, fazer, resolver, mover, berrar, jogar pro alto tudo o mais ao redor, só pra honrar meu papel. E isso é hoje, meu combustível. Fácil? Não, nunca foi. E nada é. Gostoso? Sim, quase sempre. Hipocrisia não cola comigo. Porque dizer que acordar todos os dias pela madrugada, de manhã cedo, ou não poder esticar o sono até o meio dia, não é de todo gostoso. É, mas só até o momento em que se percebe que deixa de ser uma opção. A obrigação me deixou tão responsável que, mesmo cansada, não quero um só dia dormir até mais tarde, as madrugadas podem durar um dia inteiro, não me incomoda. Porque o que quis dizer com – quase sempre gostoso – foi apenas o fato de que é sério demais para ser brincadeira, é bonito demais pra ser ruim, é doloroso demais pra ser de todo bom, mas, sem dúvida, é alcançar a supremacia em importância no mundo.
É ter um patrão menor que você, que não te grita, não te demite, cobra teus horários, mas abre o maior sorriso quando olha pra você. Não te paga salário – pelo menos, não em dinheiro – paga-te com as melhores moedas: a companhia, os sorrisos, as descobertas, a confiança, a segurança em ter você do ladinho. Isso torna qualquer mãe o ser mais importante do mundo. É assim que me sinto hoje. Não é coisa fácil administrar a vida de um ser tão pequeno e saber que ele é o teu espelho. Estar perto sempre, resolver tudo o mais que há de difícil na vida dele, até quebrar os protocolos da boa educação só pra defendê-lo; sem perder o jogo de cintura, claro, porque senão vira baderna – mas só por ele você é capaz disso tudo.

O povo é que sabe



Em época de eleição é sempre a mesma coisa: pessoas conversando nos corredores sobre quem vai ganhar, os escândalos vão surgindo e o povo comentando. Cada um com sua percepção sobre quem deveria ganhar, sobre o cara que jogou sujo ou aquele que mente demais. Enfim, tudo igual. Toda eleição desperta os mesmos comportamentos nas pessoas, mudando apenas os focos, os debates e os escândalos – claro.
Bom, a surpresa chegou quando, em uma dessas conversas, um eleitor, simples eleitor, sem nenhuma participação ativa na política, soltou uma frase que me fez parar pra pensar. Dizia assim: “A grande verdade é que o povo é que sabe das coisas. Eles vivem criticando uns aos outros sobre os políticos que eles colocam lá em cima, mas são eles que fazem a coisa certa. O povo elegeu Collor na hora certa; elegeu Fernando Henrique na hora certa, Lula na hora certa; e assim vai.”
Imediatamente parei pra pensar e tive mesmo que concordar com ele. Então, se tivéssemos elegido Lula nas eleições de 1989, ninguém sabe o que teria acontecido, mas supõe-se que ele teria virado o Brasil de pernas para o ar. É bem verdade que com a cabeça revolucionária que ele tinha, a primeira proposta seria modificar tudo que a “direita” vinha fazendo, pra mostrar que o povo era a favor de mudanças. Seria um Deus nos acuda. Com a eleição do Collor algumas coisas também mudaram. Diante de tanta novidade, o povo começou a mudar a percepção da política no Brasil. Talvez, Collor tenha feito muita gente acordar quando deu as “bolas fora” dele. Ainda, com tudo que ele fez de ruim pro Brasil, as pessoas começaram a pensar, a pedir mudanças, a falar alto, pra todo mundo saber da indignação. Imaginem um país há tantos anos calado pela ditadura, sair às ruas e dizer: FORA! Isso é memorável.
Então, depois veio Itamar – ele trouxe o Real. O Fernando Henrique foi dando passinhos em busca da estabilidade da economia do País, mas também vendeu muito Brasil por aí. Claro que ele tinha seu lado ruim, mas foi reeleito – vale lembrar.
E aí, após anos de luta, chega a mudança. Lula é eleito em segundo turno com o Brasil pintado de vermelho. Emocionante! E estou apenas expressando a beleza que cercou o Brasil, as manifestações de alegria do povo, a vontade de vencer. E foi isso que aconteceu. Luís Inácio Lula da Silva chegou lá, vestiu a faixa de presidente, parodiava ditos populares, vivia sorrindo e com a maior cara de satisfação. Mudou! Tudo mudou por aqui. A economia, que estava no caminho certo, decolou, o Lula – hoje bem mais pacífico – começou a se relacionar com o mundo inteiro, ganhou o respeito e admiração de chefes de Estado internacionais, conseguiu acalmar o povo. Ajudou aos pobres, melhorou os ricos, apagou a classe média (o que é isso?), vive fazendo o povo rir com as declarações nordestinas de um presidente com cara de ‘povo’ como nós. Abafou com decência escândalos plantados pela oposição, mostrou que presidente também é gente, toma cachaça, fuma charuto, come churrasco, joga bola e também sua. Usa boné, brinca com o cerimonial, tropeça na entrada do planalto e pronto!
Tudo isso é mérito do povo. Enquanto alguns dizem: “Tá com raiva? Foram vocês que o colocaram lá!” Eu digo que o povo é que tá certo. Isso mesmo. O povo é muito inteligente e sabe o que faz nas urnas.

Parem a Ana Maria e interditem a Xuxa


Bom, aos adoradores das citadas acima, não quero parecer ranzinza. Aos meus amigos, não quero parecer zangada, porque todos sabem que quase nada me tira do sério. Mas, não poderia deixar de registrar minha tristeza com o conteúdo exposto na televisão brasileira. A que ponto chegamos!
Foi assim: estava com minha filha quando vi a apresentadora Ana Maria Braga convidar a Xuxa para participar do seu programa – Mais Você. Até aí, tudo bem, a Xuxa é a Rainha dos Baixinhos. Ela divulgou o seu novo DVD Só para Baixinhos de número milhão.
*Esta exibição aconteceu (não me recordo com certeza) em Setembro/Outubro de 2008.
As duas ficaram naquela conversa de celebridade que se entende muito bem. Gente que parece se conhecer desde a infância, comemora aniversário, enfim. Um monte de crianças que participaram da gravação do DVD da Xuxa estava no cenário, uma festa. Tá bom, uma manhã infantil no Mais Você. Beleza.
De repente, as duas inventam de fazer umas receitas de sobremesas, tinha uma mesa cheia de tortas, coisas muito gostosas. Aí elas começam a brincar, a rir e...quando menos espero, começa uma guerra de tortas entre as duas. Elas se lambuzam, jogam na cara uma da outra, comem, lambem a boca, chamam as crianças pra jogar também. Fica aquela sujeirada toda no cenário. Os câmeras correndo pra pegar os melhores ângulos da guerra de comida das loiras. Enfim, esse foi o programa da Ana Maria Braga, nessa manhã. Não sei qual foi o dia. Só que foi no final de 2008.
Não quero falar mal. Mas, onde porra nós estamos?! Como é que a maior emissora de televisão no Brasil põe no ar duas loucas estragando quilos de comida, num país onde as pessoas morrem de fome? Nem precisa ir muito longe, do ladinho dos estúdios há milhões de miseráveis que não comem pão de manhã.
O mais incrível de tudo isso, é que elas e todas as pessoas que estavam presentes, morriam de rir com a cena. Engraçado, né? Uma ova! Engraçado é que elas fazem um circo na TV, ganham muuuuuuito dinheiro, são consideradas celebridades e estão se lixando pra quem morre de fome. Não tem nada de engraçado nisso! Já que as emissoras de TV e rádio são concessões públicas, o povo morto de fome deveria interditar aquela merda daquele programa e mandar a Ana Maria fazer comida pra eles.