As várias definições do amor são propagadas mundo afora com a minha cara, a sua cara, não com a cara dele mesmo. Amor é aquilo que você tem de mais precioso. Ou não. Mas aquilo que, julgo eu, deva ser dado apenas a alguém que o mereça muito.
E quem melhor que você mesmo? Engraçado, né? Mas é isso. Eu, por exemplo, me amo tanto que não sei se seria boa a ideia de amar você. Amo até demais. A todos os seres que me causam admiração. Mas, amo o suficiente pra mostrar-lhes que o meu amor maior me faz ser assim.

Tem gente que busca em alguém o remédio pra solidão na companhia desse ser qualquer. Qualquer? Que é isso! Se é qualquer, não pode ser amor. Te digo que qualquer coisa há de ser encontrada em qualquer um. Amor, não.
Encontra-se sexo, diversão, conversas, afinidades, brincadeiras, risadas. Amor mesmo, só em si próprio. O ser humano é um ser plural. Sim, ele é social. Relações são construídas em sociedade. Já amor, é coisa só sua. De mais ninguém.
Se há alguém pensando que isso pode ser um discurso infeliz de alguém que nada sabe sobre o amor. Digo apenas que é algo que me toca apenas pelo fato de haverem pessoas vivendo fantasias insanas pelo medo absoluto de serem sozinhas. E o que é solidão? Não sei. Porque da solidão nada conheço. Desde que me entendo por gente, sempre estive acompanhada de mim. Não importa quem esteja ao meu redor mas, eu mesma, nunca estive só.
Dona Coelho se todos pensassem assim como você, acredito que as pessoas seriam melhores e mais confiantes. Não dependeriam tanto uma das outras.
ResponderExcluirParabéns Adoreiiii...